A Esperança que move o mundo

Todos os dias nós acordamos com uma sensação nova de que tudo pode ser diferente. Por pelo menos um segundo, ou um milésimo de segundo temos uma fagulha de esperança em nosso coração, que faz com que esqueçamos todas as desventuras, desesperanças e preocupações que assolavam as nossas mentes quando conseguimos finalmente pegar no sono na noite anterior.

As pessoas em todo o mundo vivem em um mundo de preocupações, em um mundo em que esquecem desta pequena fagulha que amanhece todos os dias conosco, e que morre em nossos pensamentos nebulosos que despertam logo a seguir, nos perseguindo novamente durante todo o dia, nos cansando e nos tirando as esperanças em um dia melhor.

Todos os dias pensamos em formas diferentes de fazer as coisas, para termos resultados diferentes, mas todos os dias estes pensamentos se esvaem dentro de nosso cansaço, dentro de desiluções, destemperos, discussões e pequenas derrotas que nos parecem maior do que o mundo.

Desistimos a cada instante de nossos sonhos pois cada vez mais esquecemos do que os fomenta, aquela pequena fagulha de esperança e crença absoluta em todas as coisas que nos acorda pela manhã, e que esquecemos na turbulência dos nossos dias em busca de um milagre em que na verdade não acreditamos.

Se ao menos pudéssemos conservar aquele lampejo de esperança matutino por mais um segundo ele seria lembrado, senão por você por seu companheiro ou companheira, por sua mãe ou pai, irmão ou irmã, filho ou filha, amigo ou amiga. Seria uma lembrança compartilhada e dividida, uma fagulha de esperança que todos curtiriam em algum segundo a mais durante o dia.

E esta lembrança compartilhada se tornaria real pela soma de todos os pensamentos de esperança alimentados por esta fagulha, que tornaria fragmentos de sonhos e planos, pensamentos em comportamentos, ações em resultados. E com cada segundo a mais de lembrança desta fagulha de esperança diária durante a manhã, no momento em que acordamos, poderíamos ver o mundo com outros olhos, de que tudo está em seu lugar, em sua forma e em seu momento, conforme deveria estar, mas que nem sempre podemos entender naquele exato momento, mas em algum instante depois.

Para aqueles que ainda não tem esperança ou perderam a sua, demorem-se mais um segundo nesta fagulha e entendam mais o mundo, com as pessoas, seus comportamentos, relações, ações e resultados. Eles farão sentido quando encarados com a visão de que ama a tudo e a todos, incondicionalmente.

Tenham mais esperança no mundo e em suas vidas. Tomem ações baseadas nela, com convicção e amor, acreditando no que podem e no que sonham. Só assim esta esperança diminuta em cada um de nós crescerá e tomará a nossa realidade, para sempre.

Ótimo dia e obrigado aos meus amigos que me dão esperança a cada novo dia…

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O dilema da vacina contra a pólio

Estava folheando a Scientific American hoje e me deparei com um artigo preocupante sobre a Vacina contra a Pólio, que falava sobre a possibilidade dela poder causar mais casos de pólio do que evitá-los.

Este problema ficou mais evidente desde a erradicação da doença em vários países do mundo. Hoje existem casos de pólio somente em 25 países. Com a diminuição dos casos, começou a se tornarem significativos os casos de reativação do vírus em crianças que haviam tomado a vacina via oral, que contém vírus semi-ativados, ao contrário da vacina injetada, mais cara, que contém os vírus inativos.

A vacina basicamente gera um processo inflamatório no organismo que ativa o sistema imunológico que passa então a combater a doença, o que nos leva a pensar no porque precisaríamos da vacina se o nosso corpo tem os recursos para combatê-la naturalmente.

É claro que as estatísticas são baixas. Segundo a Revista Panamericana de Salud Publica (http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892005000600004), no Brasil as chances de ativação do vírus são de 1 em cada 2,39 milhões na primeira dose e 1 para 13,03 milhões na segunda dose. Mesmo baixas, estas estatísticas não são insignificantes para os pais desta criança que pode desenvolver a doença por causa da vacina, já que os chamados vírus no estado selvagem, ou seja, originados diretamente da Natureza estão praticamente extintos no mundo.

Segundo a edição da Scientific American de maio de 2012, a principal razão para não se utilizar a versão injetável da vacina é econômica. A versão via oral tem um custo de US$0.15 a dose, enquando a versão injetável custa US$3.00 a dose. A discussão e os esforços da Organização Mundial da Saúde estão em desenvolver estratégias para diminuir os custos da vacina, adotando, por exemplo, a produção local para tornar a versão injetável mais barata de forma a ser adotada pelos sistemas de saúde no mundo.

Infelizmente o site do Ministério da Saúde cita a opção das duas vacinas, mas não explica o porquê será feita a transição para a versão injetável, anunciando que manterá a versão oral por algum tempo ainda, citando a necessidade de aproveitar os benefícios de ambas as versões, sem citar, entretanto que benefícios teria a versão com o vírus semi-ativo. Leia aqui a publicação do Ministério da Saúde através de seu site.

O trabalho que fazemos com a educação alimentar é justamente para cuidar de um elemento essencial para a saúde integral, propiciando um sistema imunológico ativo e eficiente, aproveitando todo o potencial possível para eliminação de doenças. O protocolo Gerson, desenvolvido pelo médico alemão Max Gerson relata mais do que a cura de diversas doenças tidas como incuráveis em várias etapas do desenvolvimento da Medicina Ocidental.

Fala sobre a potencialização total do sistema imunológico que tem plena capacidade de lidar com qualquer microorganismo invasor. E segundo a próprio Organização Mundial da Saúde cita, a vacina nada mais faz do que justamente ativar as defesas naturais do organismo.

O que deve ser questionado então é quanto esforço está se fazendo para a potencialização de nossa saúde através de programas de reeducação alimentar e saúde integral de forma preventiva, além do esforço em se inserir cepas de vírus altamente agressivos em seu estado natural em nosso organismo. É um tema para se pensar e discutir em sociedade. Não é uma questão de evitar ou anular o uso das vacinas, mas de usá-las de forma responsável, dando à saúde mais valor do que a economia de US$2.85 por dose de vacina, pois no final, é este o valor da economizado que pode desenvolver a doença em uma criança.

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Deixamos de ser crianças?

As crianças geralmente são ansiosas, querem tudo para já, não tem o condicionamento de esperar e não tem noção do que é preciso para se conquistar certas coisas, por mais simples que sejam. Por exemplo, hoje em dia podemos pedir os brinquedos das crianças pela Internet, mas existe o tempo de entrega. A criança quer por que quer que a encomenda chegue hoje, não amanhã. Você conhece algum adulto que queira que uma encomenda chegue logo, não aguentando esperar e que fica debruçado na Internet para saber onde está o seu pacote?

Crianças ficam com fome e querem comer naquela hora. Na verdade, nada mais natural do que isso, significa que o corpo está precisando de alimento e se manifesta de algumas formas desagradáveis que a criança externa de várias formas, dependendo da idade. Em nossa infinita inteligência, nós, adultos, impomos horários e regras de alimentação para as crianças, para que elas se tornem como nós, que comemos exatamente nos horários das refeições e somente nelas… certo? Ninguém aqui faz uma boquinha entre as refeições não, né???

Crianças chegam a certas conclusões por sua própria forma de pensar e achamos engraçado às vezes. Os adultos impõe a elas formas padronizadas de pensar, como resolver problemas de matemática e outras soluções lógicas e achamos que elas serão felizes e se adequarão ao mundo desta forma. E damos broncas quando elas não se comportam da forma como gostaríamos. Mas quando crescemos não aceitamos o pensamento dos nossos chefes, brigamos com eles, ficamos ressentidos, fazemos greves às vezes, simplesmente por eles nos imporem uma forma de pensar e resolver problemas com as quais não concordamos. Parece um comportamento familiar?

Mas as crianças também tem um comportamento fabuloso que esquecemos quando crescemos. Elas desejam algo e externam este desejo. E ele de alguma forma se realiza, em algum tempo. Os pais acabam empreendendo esforços homéricos para realizar este desejo e fazer as crianças felizes. E mesmo que o desejo demore a acontecer a criança vive a sua vida, feliz com as pequenas coisas do dia a dia.

Os adultos desejam coisas e guardam para si, não externam o que querem realmente, suprimem estes pensamentos. Esquecem que também temos amigos e um universo que trabalha a nosso favor, querendo realizar nossos desejos, desde que aceitemos que eles podem demorar um pouco, desde que possamos viver nosso dia a dia com felicidade e harmonia, aceitando pensamentos diferentes, comendo na hora que sentimos fome, desejando realmente, sem máscaras que nossos presentes cheguem logo, mas curtindo este momento e não se angustiando com ele.

Vamos ser crianças de forma completa e não de forma parcial. Se vamos nos comportar como elas, vamos reaprender o que é ser criança de verdade e colher todos os frutos que este comportamento pode nos trazer. Vamos lembrar também que crianças brigam em um minuto e no outro estão bem com quem estavam brigando, pois vivem o momento e deixam passar o que passou.

Grande abraço a todos e ótima semana!

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Alimentação e Saúde – Leite e Derivados

“Toma leite para ficar forte!”

“Você precisa de leite para ter ossos fortes!”

Nós ouvimos este tipo de frase deste que somos pequenos e acreditamos nela. Fazemos do leite parte de nosso dia a dia.

Associamos o leite com café, chocolate, açúcar, mel, Ovomaltine a um início de dia gostoso, a uma alimentação completa e a uma saúde bem cuidada.

O ser humano é um mamífero e como tal precisa de leite sim, mas com um detalhe, precisa de leite da sua mãe! Mas há quanto tempo você não toma leite da sua própria mãe, digo, vindo diretamente dela? Há muito tempo não?

Como qualquer mamífero, nós desmamamos lá pelos 2 anos de idade, muitos até bem antes, mas diferentemente de todos os mamíferos, nós continuamos a tomar leite, só que outra espécie!

O leite de cada espécie é preparado especialmente para aquela espécie. Ah, mas não são parecidos? São tão parecidos quanto os genes de uma vaca são parecidos com os nossos. É muito pouca diferença, mas eu nunca vi ninguém me confundindo com um boi!

Como o leite não é feito para a gente, ele acaba fazendo mais mal do que bem! E o cálcio? O cálcio do leite só será absorvido se tiver junto o magnésio e só será fixado nos ossos se tiver vitamina D!

E outra coisa. A taxa de cálcio absorvida ao se tomar o leite é muito menor que a taxa de cálcio absorvida ao se comer um brócolis, por exemplo, ou quase qualquer verdura verde-escura!

Falaremos mais sobre o leite e seus derivados na palestra de hoje, pela Internet, gratuitamente. Basta clicar no link abaixo para acessar a inscrição e a própria palestra.

Participe! E saiba mais do que nunca te falaram sobre o Leite e seus Derivados.

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Quatro Estações volta à ativa!

Após 2 anos e meio fora de circulação, o Quatro Estações volta ao ar com o apoio da Escola da Vida, como braço na área de Saúde e Bem-Estar.

O Quatro Estações volta com um blog atualizado diariamente, falando sobre Alimentação, Medicina Oriental, Radiestesia Genética e Artes-Marciais.

Será um blog dinâmico, que espera contar com a participação de todos os seus leitores, que farão deste espaço o seu espaço.

Sejam bem-vindos e bom proveito!

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